O sonho coloca-nos um passo mais perto da realidade. Esta sexta feira passada, começou a caminhada para o meu sonho. Encontra-se imerso na profundeza mais alta das neves eternas do centro da Europa. Lagos transparentes mas azuis pelo céu lindo que se reflecte na superfície destes mesmos lagos. Árvores verdes do mais belo que a Natureza tem para oferecer. Mas não é apenas a natureza que vou procurar. Aí quero conjugar e tornar bela toda a amizade que me liga a algumas pessoas especiais como tu! És o sol doirado que ilumina os meus dias naquela que é a minha outra face, o escutismo. A ti devo muito, grande parte do meu ser.
mais um passo...
domingo, 15 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Um passo para a loucura na companhia de Dom Quixote
Mais uma vez venho falar do Escutismo. Desta vez foi um raid que decorreu entre o Bombarral e as Caldas da Rainha passando por muitos entrepostos pelo caminho. Levámos Dom Quixote na alma sempre divididos entre a fronteira da loucura e do sonho, aquela ténue fronteira do horizonte. Claro que o nosso fiel Dom Sancho Pança sempre de coração cheio de esperança pelo seu fiel patrão e companheiro Dom Quixote. Claro que o caminho não é fácil e por vezes tivémos de montar Rocinante e Rucio para aliviar os pés. Seguimos caminho sempre em busca da linda Dulcineia e do combate com o famoso cavaleiro da Lua.
Saímos do Bombarral de lança na mão em direcção a Cezaredas. O caminho foi feito de forma suave e bastante descontraída, em que aproveitámos para ir recordando os anos em que realizávamos raids em cada actividade que fazíamos. Tudo fazia querer numa excelente actividade. em Cezaredas construímos os elmos que nos iam proteger em tão valorosa demanda. è importante conservar o nosso foco de razão. Depois Serra D'El Rei foi o próximo posto onde construímos o nosso escudo. O que foi representado foram os símbolos que considerámos mais importantes, a cruz de Cristo, a flor de Lis (sinal de Escutismo), os folheados da Natureza, o nosso elmo sinal da nossa equipa e por fim a faixa a dizer: "Et pluribus unum". a seguir fomos até Atouguia da Baleia. O caminho foi bastante animado e o caminho desapareceu debaixo dos nossos pés sem disso nos apercebermos. Neste posto realizámos a nossa couraça, capaz de defender o nosso coração. Seguimos então até ao posto final em Peniche passando pelo meio do IP onde descontraímos, curámos os nossos problemas físicos e tratámos um bocadinho do nosso corpo com um banho, um jantar e uma bela dormida.
No dia a seguir e uniformizados seguimos a pé até Ferrel onde assistimos à missa, de coração cheio de sonhos sabendo que neste caminho cada equipa levava mais um elemento consigo. o próximo posto foi na lagoa de Óbidos, só que devido ao estado em que as botas me tinham deixado os pés não pude realizar o percurso. Aí as águas esperavam-nos numa louca corrida de jangada. Ninguém se conseguiu equilibrar em cima dela mas não fez mal. Nessa altura o Bate Mal lembrou-se de uns ténis a mais que tinha, que associados aos pensos higiénicos me permitiram seguir percurso. O outro posto foi no moinho de S. Mamede. Pelo caminho nada de jeito fizémos excepto mostrar a pulmões cheios que sabíamos cantar A Canoa de BP. No moinho treinámos a pontaria sem grande efeito. Chamámos então pelas nossas últimas forças e seguimos para Óbidos. Fomos acolhidos pelo chefe Pedro do agrupamento local onde tomámos banho e descançámos antes de jantar. Depois seguiu se o melhor momento de toda a actividade em que uma verdadeira fogueira se acendeu em nosso redor e apagou todas as sombras que encobriam o nosso clã. Não vou sequer referir mais nada, porque foi um momento de tal forma intenso que deve permanecer apenas nas nossas almas.
No dia seguinte fomos até ao castelo de Óbidos onde realizámos um torneio com as nossas quadrigas utilizando força, equilíbrio e muita boa disposição. Partimos de seguida para o Nadadouro. Cantámos muito muito muito e foi como se através da música nos tivéssemos a expressar. Nesse posto Dom Sancho foi posto à prova bem como Rucio e Rocinante. Seguimos então para as Caldas da Rainha onde fizemos a discussão final do Sonho e da Loucura. Seguimos finalmente para casa para descançar. Muito fica por dizer mas o que é verdade é que ficou mais um passo realizado em direcção ao sonho.... ou à loucura.... só o tempo o dirá!
Saímos do Bombarral de lança na mão em direcção a Cezaredas. O caminho foi feito de forma suave e bastante descontraída, em que aproveitámos para ir recordando os anos em que realizávamos raids em cada actividade que fazíamos. Tudo fazia querer numa excelente actividade. em Cezaredas construímos os elmos que nos iam proteger em tão valorosa demanda. è importante conservar o nosso foco de razão. Depois Serra D'El Rei foi o próximo posto onde construímos o nosso escudo. O que foi representado foram os símbolos que considerámos mais importantes, a cruz de Cristo, a flor de Lis (sinal de Escutismo), os folheados da Natureza, o nosso elmo sinal da nossa equipa e por fim a faixa a dizer: "Et pluribus unum". a seguir fomos até Atouguia da Baleia. O caminho foi bastante animado e o caminho desapareceu debaixo dos nossos pés sem disso nos apercebermos. Neste posto realizámos a nossa couraça, capaz de defender o nosso coração. Seguimos então até ao posto final em Peniche passando pelo meio do IP onde descontraímos, curámos os nossos problemas físicos e tratámos um bocadinho do nosso corpo com um banho, um jantar e uma bela dormida.
No dia a seguir e uniformizados seguimos a pé até Ferrel onde assistimos à missa, de coração cheio de sonhos sabendo que neste caminho cada equipa levava mais um elemento consigo. o próximo posto foi na lagoa de Óbidos, só que devido ao estado em que as botas me tinham deixado os pés não pude realizar o percurso. Aí as águas esperavam-nos numa louca corrida de jangada. Ninguém se conseguiu equilibrar em cima dela mas não fez mal. Nessa altura o Bate Mal lembrou-se de uns ténis a mais que tinha, que associados aos pensos higiénicos me permitiram seguir percurso. O outro posto foi no moinho de S. Mamede. Pelo caminho nada de jeito fizémos excepto mostrar a pulmões cheios que sabíamos cantar A Canoa de BP. No moinho treinámos a pontaria sem grande efeito. Chamámos então pelas nossas últimas forças e seguimos para Óbidos. Fomos acolhidos pelo chefe Pedro do agrupamento local onde tomámos banho e descançámos antes de jantar. Depois seguiu se o melhor momento de toda a actividade em que uma verdadeira fogueira se acendeu em nosso redor e apagou todas as sombras que encobriam o nosso clã. Não vou sequer referir mais nada, porque foi um momento de tal forma intenso que deve permanecer apenas nas nossas almas.
No dia seguinte fomos até ao castelo de Óbidos onde realizámos um torneio com as nossas quadrigas utilizando força, equilíbrio e muita boa disposição. Partimos de seguida para o Nadadouro. Cantámos muito muito muito e foi como se através da música nos tivéssemos a expressar. Nesse posto Dom Sancho foi posto à prova bem como Rucio e Rocinante. Seguimos então para as Caldas da Rainha onde fizemos a discussão final do Sonho e da Loucura. Seguimos finalmente para casa para descançar. Muito fica por dizer mas o que é verdade é que ficou mais um passo realizado em direcção ao sonho.... ou à loucura.... só o tempo o dirá!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Amigo de alma e coração
Começa por H termina em r. Hélder é o nome dele. Talvez ele não saiba mas este é o significado do nome dele:
"Significa luminoso, límpido e indica um homem muito sóbrio, que sempre conquista as pessoas com as quais se envolve. Elas nunca se cansam de louvar sua coragem, sua perspicácia e a força do seu caráter."
Penso que só estas duas frases dizem muito da pessoa que o Hélder é... Confesso a minha grande tristeza por ver aquela que era a pedra base deste clã partir, mas às vezes o serviço grita muito mais alto, e o sentido do dever que sempre o caracterizou chamaram-no.
Quero apenas deixar esta homenagem ao amigo,ao homem,ao caminheiro que sempre me orgulhou em toda a sua obra.
Isto não é um adeus, espero que seja apenas um até já...
"Significa luminoso, límpido e indica um homem muito sóbrio, que sempre conquista as pessoas com as quais se envolve. Elas nunca se cansam de louvar sua coragem, sua perspicácia e a força do seu caráter."
Penso que só estas duas frases dizem muito da pessoa que o Hélder é... Confesso a minha grande tristeza por ver aquela que era a pedra base deste clã partir, mas às vezes o serviço grita muito mais alto, e o sentido do dever que sempre o caracterizou chamaram-no.
Quero apenas deixar esta homenagem ao amigo,ao homem,ao caminheiro que sempre me orgulhou em toda a sua obra.
Isto não é um adeus, espero que seja apenas um até já...
Drave -> uma reportagem da alma
Drave, passos de uma descida e de uma subida
Saudações!
Venho agora acrescentar mais uma pegada ao meu trilho. De 19 a 23 de Agosto estive numa aldeia remota perdida nos montes acima de S. Pedro do Sul e abaixo de Arouca chamada de Drave. Parte desta aldeia foi comprada pelo CNE (Corpo Nacional de Escutas), para ser a base nacional da IV secção, ou seja, dos caminheiros.
Esta actividade foi feita em conjunto entre o clã do meu agrupamento, o 647 S. Mamede da Ventosa e o 1277 da Encarnação.
Partimos no dia 19 pela madrugada muito entusiasmados com a magia da Drave que nos aguardava. Sentíamos o coração pulsar de alegria conforme nos aproximávamos do reencontro há muito aguardado. Chegámos, descemos, montámos e contemplámos a beleza natural que sóa Drave proporciona. É um retiro pessoal e espiritual fenomenal porque como vimos uma frase no livro do sol dizer: "Drave é um mundo dentro de outro mundo".
No segundo dia fomos realizar o trilho do sol, um encontro dos caminheiros com o seu padroeiro São Paulo. Para mim foi um aprofundar da vivência e do exemplo deste santo que deu um verdadeiro sentido à palavra evagelização bem como ao serviço!! Ainda houve tempo para subir o rio e disfrutar das imagens únicas que nos são dadas pelas montanhas.
Nessa noite, já bem de madrugada decidimos subir um dos montes da Drave.Foi uma subida penosa e um tanto ou quanto dificíl,mas que compensou. O céu é muito mais intenso ali,muito mais estrelado, completamente único! No entanto não cheguei ao topo, fiquei um bocadinho abaixo,talvez a representação que eu não estava destinado a ali chegar, mas a ficar na eterna luta de chegar ao topo.
No dia seguinte fomos até Regoufe, uma pequena aldeia lá perto que fica a 4 Km de dstância por caminho de cabras :P Aí percebemos o Portugal rural e longíquo das grandes cidades. Pessoas que se consideram ricas apenas porque podem andar calçadas, dá muito em que pensar na simplicidade que deveríamos ter e não temos. Ainda visitámos as minas de volfrâmio e comemos umas belas peras entre cabras,ovelhas e lindas vacas.
Chegou então o dia muito aguardado. o sábado em que iríamos deixar um pouco de nós na Drave, o dia do serviço! No entanto desilusão das desilusões, ninguém do staff apareceu para nos dar indicações e foi um dia muito amargo por isso mesmo porque a actividade ficou eternamente incompleta. Ainda realizámos um pequeno fogo de conselho mas para mim ficou sempre o vazio do dia.
O Domingo foi dia de despedidas, reflexão e de partida. escrevemos 4 post its. Três deles com uma frase que nos lembra-se o período pré conversão de S. Paulo, outro com a conversão e outro no período de evangelização do apóstolo. O quarto e último post it foi para escrever o que nos ia na alma, os objectivos que deixávamos no nosso coração para aplicarmos quando voltássemos ao mundo real. Queimámos os papéis dentro de uma vasilha de barro que partimos para que cada um pudesse levar consigo o seu objectivo e o de todos os outros.
Acho que cumprimos o objectivo. Criámos laços fortes como clã da Encarnação, deixámos que a nossa alma voasseum pouco mais. Criámos a base para aquilo que queremos de todos os caminheiros, uma união forte para não ter medo de nada. E claro deixarmos o nosso tributo ao Hélder.
Venho agora acrescentar mais uma pegada ao meu trilho. De 19 a 23 de Agosto estive numa aldeia remota perdida nos montes acima de S. Pedro do Sul e abaixo de Arouca chamada de Drave. Parte desta aldeia foi comprada pelo CNE (Corpo Nacional de Escutas), para ser a base nacional da IV secção, ou seja, dos caminheiros.
Esta actividade foi feita em conjunto entre o clã do meu agrupamento, o 647 S. Mamede da Ventosa e o 1277 da Encarnação.
Partimos no dia 19 pela madrugada muito entusiasmados com a magia da Drave que nos aguardava. Sentíamos o coração pulsar de alegria conforme nos aproximávamos do reencontro há muito aguardado. Chegámos, descemos, montámos e contemplámos a beleza natural que sóa Drave proporciona. É um retiro pessoal e espiritual fenomenal porque como vimos uma frase no livro do sol dizer: "Drave é um mundo dentro de outro mundo".
No segundo dia fomos realizar o trilho do sol, um encontro dos caminheiros com o seu padroeiro São Paulo. Para mim foi um aprofundar da vivência e do exemplo deste santo que deu um verdadeiro sentido à palavra evagelização bem como ao serviço!! Ainda houve tempo para subir o rio e disfrutar das imagens únicas que nos são dadas pelas montanhas.
Nessa noite, já bem de madrugada decidimos subir um dos montes da Drave.Foi uma subida penosa e um tanto ou quanto dificíl,mas que compensou. O céu é muito mais intenso ali,muito mais estrelado, completamente único! No entanto não cheguei ao topo, fiquei um bocadinho abaixo,talvez a representação que eu não estava destinado a ali chegar, mas a ficar na eterna luta de chegar ao topo.
No dia seguinte fomos até Regoufe, uma pequena aldeia lá perto que fica a 4 Km de dstância por caminho de cabras :P Aí percebemos o Portugal rural e longíquo das grandes cidades. Pessoas que se consideram ricas apenas porque podem andar calçadas, dá muito em que pensar na simplicidade que deveríamos ter e não temos. Ainda visitámos as minas de volfrâmio e comemos umas belas peras entre cabras,ovelhas e lindas vacas.
Chegou então o dia muito aguardado. o sábado em que iríamos deixar um pouco de nós na Drave, o dia do serviço! No entanto desilusão das desilusões, ninguém do staff apareceu para nos dar indicações e foi um dia muito amargo por isso mesmo porque a actividade ficou eternamente incompleta. Ainda realizámos um pequeno fogo de conselho mas para mim ficou sempre o vazio do dia.
O Domingo foi dia de despedidas, reflexão e de partida. escrevemos 4 post its. Três deles com uma frase que nos lembra-se o período pré conversão de S. Paulo, outro com a conversão e outro no período de evangelização do apóstolo. O quarto e último post it foi para escrever o que nos ia na alma, os objectivos que deixávamos no nosso coração para aplicarmos quando voltássemos ao mundo real. Queimámos os papéis dentro de uma vasilha de barro que partimos para que cada um pudesse levar consigo o seu objectivo e o de todos os outros.
Acho que cumprimos o objectivo. Criámos laços fortes como clã da Encarnação, deixámos que a nossa alma voasseum pouco mais. Criámos a base para aquilo que queremos de todos os caminheiros, uma união forte para não ter medo de nada. E claro deixarmos o nosso tributo ao Hélder.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
o primeiro passo
Costuma-se dizer que no caminho o pior de tudo é o primeiro passo!
Dei agora o meu primeiro passo, e criei este blog ;)
vou tentar colocar aqui várias coisas das áreas que gosto e me interesso mais para que possam ver e consultar. Espero que seja agradável para todos os que lêem e que encontrem aqui uma pegada do vosso trilho.
Dei agora o meu primeiro passo, e criei este blog ;)
vou tentar colocar aqui várias coisas das áreas que gosto e me interesso mais para que possam ver e consultar. Espero que seja agradável para todos os que lêem e que encontrem aqui uma pegada do vosso trilho.
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